Blog Divertudo: Como fazer uma paródia
eu presiso fazer uma parodia musical para a escola para o dia 13/08 qualquer musica para parodiar sem palavrão por favor me ajude to sem ideia
Nerdice
07 agosto 2012
19 julho 2012
Não sabe que faculdade vai fazer?
Não sabe que faculdade vai fazer ? faça um teste pra ver qual combina mais com você
http://guiadoestudante.abril.com.br/testes-vocacional/
http://guiadoestudante.abril.com.br/testes-vocacional/
Como descobrir para qual operadora você está ligando
Hoje em dia, é bem comum ver as pessoas migrando de uma operadora de telefone para outra a fim de aproveitar da melhor forma possível os bônus e promoções oferecidos pelos prestadores de serviço. O problema é que muitas vezes essas facilidades são válidas apenas para números pertencentes à mesma companhia.
Antes de surgir a portabilidade de linhas, era mais fácil identificar a qual operadora pertencia determinado número, o que facilitava bastante na hora de você controlar o gasto dos créditos e bônus da conta.
Agora, a melhor forma de descobrir para qual companhia telefônica você está ligando é utilizar algum app capaz de identificar a operadora apenas com base no número inserido. Para quem possui um smartphone com Android, a opção mais indicada é a ferramenta Qual Operadora?.
Para tornar o uso da aplicação mais simples, o Tecmundo preparou este rápido tutorial, mostrando todos os recursos que a ferramenta tem para oferecer e como tirar o máximo proveito das funcionalidades. Confira!
Pré-requisitos
- App Qual Operadora? instalado no celular.
Como utilizar
O primeiro passo na utilização do Qual Operadora? é selecionar um número de DDD para ser utilizado como principal no app. Dessa forma, você só precisa digitar o código da cidade quando for consultar uma linha fora da sua localização.
Para definir um DDD padrão para o aplicativo, basta acessar o menu “Configurações” e escolher a opção “DDD padrão”. Depois, é só selecionar o código da sua cidade na lista de números que vai aparecer.
Pesquisando as operadoras
O Qual Operadora? permite que você busque as informações a respeito de um número de duas maneiras diferentes: consultando a lista de contatos do aparelho ou inserindo o telefone manualmente. Para utilizar a primeira forma de pesquisa, basta acessar a aba “Contatos” e selecionar um dos itens presentes na lista de contatos exibida na tela.
Para fazer a pesquisa de forma manual, muito útil para números desconhecidos, é só abrir a guia “Consulta” e inserir o telefone desejado na caixa de texto exibida na parte superior da tela. Depois disso, basta pressionar o botão com o formato de lupa presente na barra de ferramentas do app e aguardar alguns instantes até que a resposta seja mostrada.
As informações a respeito da operadora são exibidas bem no centro da tela, trazendo o logotipo e o nome da companhia de telefonia.
Extras
O Qual Operadora? oferece algumas funcionalidades extras bem interessantes. Uma delas é a ferramenta de discagem, a qual permite que você ligue para um número utilizando a interface do próprio app. Além disso, também é possível enviar mensagens de texto ou salvar o telefone na lista de contatos.
Tudo isso pode ser feito sem a necessidade de abrir outra aplicação. O acesso a tais ferramentas é feito por meio da barra de ferramentas do Qual Operadora?, localizada na parte inferior da tela do app.
Outra característica muito legal do Qual Operadora? é que você pode utilizá-lo para descobrir a prestadora de serviços de telefones fixos. A aplicação funciona também com números portados de uma operadora para outra.
Wozniak, da Apple, mostra os gadgets que carrega em sua mochila
Se você fosse um dos cofundadores da Apple, o que carregaria em sua mochila? Steve Wozniak, o Woz, respondeu aos fãs da empresa em uma coluna no site Gizmodo o que leva diariamente em sua bolsa. A lista, que contém iPods, iPads, iPhones e muitos outros dispositivos, é grande, e provavelmente bastante pesada (segundo ele, mais ou menos 22 kg de gadgets).
Além de relacionar os aparelhos, Woz mandou para o site uma foto de uma parte dos produtos que estão sempre consigo. Nela, aparecem sete smartphones, dois reprodutores de MP3, dois tablets, um notebook, placas de conexão à internet, aparelhos de GPS e muitos, mas muitos conectores e fios para ligar tudo isso.
A mochila de Wozniak tem ainda GameBoys, binóculos, protetores para ouvido, fones de ouvido, mouse Bluetooth, milhares de lápis, canetas, apontadores e blocos, baterias de diversos tipos, adaptadores de cartão de memória e USB para iPad, pequenos acessórios para iPhone, óculos de sol… e segundo ele, nada disso deixa de ser usado – “apesar de o mouse Bluetooth estar bem próximo disso”.
O próprio cofundador da Apple brincou, na publicação, sobre o fato de ter que passar pelos inúmeros detectores de metais e seguranças dos aeroportos americanos com uma mochila tão pesada e tão recheada de conteúdo eletrônico. “As vezes demora um pouco para tirar tudo da mochila”. Não dá nem para imaginar quanto, não é ?
Saiba um pouco de: Engenharia Mecânica
Engenharia Mecânica
Engenharia Mecânica pode ser uma boa escolha?
É a área da engenharia que cuida do desenvolvimento, do projeto, da construção e da manutenção de máquinas e equipamentos. O engenheiro mecânico desenvolve, projeta e supervisiona a produção de máquinas, equipamentos, veículos, sistemas de aquecimento e de refrigeração e ferramentas específicas da indústria mecânica. Calcula a quantidade necessária de matéria-prima, providencia moldes das peças que serão fabricadas, cria protótipos e testa os produtos obtidos. Organiza sistemas de armazenagem, supervisiona processos e define normas e procedimentos de segurança para a produção. Controla a qualidade, acompanhando e analisando testes de resistência, calibrando e conferindo medidas. Costuma trabalhar com engenheiros eletricistas, de materiais, de produção e de automação e controle, na montagem e automação de sistemas, na manutenção de aeronaves e na indústria de eletroeletrônicos. Pode dedicar-se à venda de máquinas e equipamentos.
O mercado de trabalho
O mercado de trabalho de engenharia está tão aquecido no Brasil que o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) antecipa uma escassez de mão de obra nos próximos anos, prevendo, inclusive, a busca por profissionais no exterior. "Existe uma demanda reprimida, e os engenheiros ganharam novo status no mercado de trabalho", afirma Franco Giuseppe Dedini, coordenador do curso da Unicamp. Para esses engenheiros, a demanda é maior em desenvolvimento de projeto, em que eles fazem análises numéricas, criam soluções tecnológicas, novos produtos e otimizações de sistemas. Todo o setor industrial necessita desse tipo de profissional. "O setor automotivo e o aeronáutico seguem como excelentes empregadores, mas a indústria de eletrodomésticos acena com boas oportunidades para os próximos anos", diz o coordenador. A região do ABC Paulista e cidades do interior como Campinas concentram muitas indústrias, por isso, demandam muitos profissionais. Mas outras cidades como Porto Alegre (RS) e Camaçari (BA) também apresentam oportunidades.
Salário inicial: R$ 3.060,00 (6 horas diárias; fonte: Crea-SP).
Salário inicial: R$ 3.060,00 (6 horas diárias; fonte: Crea-SP).
O curso
Além das disciplinas básicas de engenharia, entre elas física e matemática, o aluno assiste a aulas de termodinâmica, mecânica dos fluidos, transmissão de calor, resistência de materiais, processos de transformação, vibrações e sistemas mecânicos. Há muita atividade em laboratório, como desenvolvimento de ensaios e de protótipos e estudo de combustíveis alternativos e de tecnologia de ponta. Prepare-se para desenvolver sua habilidade em desenho, indispensável para o projeto de máquinas. O estágio supervisionado e o trabalho de conclusão de curso são obrigatórios. Fique de olho: Muitas escolas direcionam a formação para uma especialidade, como aeronáutica (ITA) e armamentos (IME). A UnB, campus Gama, oferece o curso de Engenharia Automotiva, voltado para a produção de veículos, e a Unicamp, campus de Limeira, tem Engenharia de Manufatura, focado em técnicas, processos e metodologias de fabricação.
Duração média: cinco anos.
Outros nomes: Eng. Automotiva; Eng. de Manufatura; Eng. de Prod. Mecân.; Eng. Ind. Mecân.; Eng. Mecân. (autom. e sist.); Eng. Mecân. (contr. e autom.); Eng. Mecân. (ênf. em mecatr.); Eng. Mecân. (mecatr.); Eng. Mecân. e Ciên. dos Mat.; Eng. Mecân. Ind.
Duração média: cinco anos.
Outros nomes: Eng. Automotiva; Eng. de Manufatura; Eng. de Prod. Mecân.; Eng. Ind. Mecân.; Eng. Mecân. (autom. e sist.); Eng. Mecân. (contr. e autom.); Eng. Mecân. (ênf. em mecatr.); Eng. Mecân. (mecatr.); Eng. Mecân. e Ciên. dos Mat.; Eng. Mecân. Ind.
O que você pode fazer
Máquinas e equipamentos
Projetar e coordenar a fabricação de moldes para ferramentas, máquinas e dispositivos para testes de resistência mecânica.
Pesquisa e desenvolvimento
Fazer protótipos de máquinas e realizar testes de produtos, para determinar modifi cações necessárias.
Processos
Pesquisar e desenvolver produtos e gerenciar as diversas etapas de sua fabricação.
Projeto
Planejar e instalar linhas de produção e fazer adaptações nas já existentes.
Vendas técnicas
Acompanhar a comercialização da produção e dar suporte técnico aos clientes.
Por que nosso celular está sendo mais vigiado do que nunca?
Por que nosso celular está sendo mais vigiado do que nunca?
(Fonte da imagem: Thinkstock)
Se você acreditava que as técnicas de espionagem high-tech eram exclusivas de espiões — sejam eles os “clássicos”, que usam sobretudo e chapéu, ou mesmo os ultrassecretos, como James Bond — e que você dificilmente teria alguma ligação com elas, saiba que todo este conceito foi mudado para algo que habitualmente você carrega no bolso: o seu celular.
Hoje, é cada vez mais comum que autoridades grampeiem os telefones móveis, registrando ligações, acompanhando mensagens e descobrindo os locais nos quais você esteve. E isso não acontece apenas com quem está envolvido diretamente com alguma situação suspeita.
Registros mostram que até as pessoas que não possuem nenhum relacionamento direto com algo ilegal podem ter seus celulares vigiados apenas por conhecerem ou terem sido vistas próximas de algum suspeito.
Além disso, tanto iPhones como Androids se tornaram os espiões mais comuns dos últimos anos — GPS, Foursquare, câmera e microfone são alguns dos itens que registram e apontam informações importantes, com dados que “vigiam” todos os seus passos. Conheça mais sobre esse mundo da “espionagem portátil” e como ela pode invadir a sua privacidade.
Mais tecnologia = menos privacidade
Os avanços tecnológicos não trazem somente mais comodidade e praticidade, eles facilitam (e muito) a troca de informações. Assim, é cada vez mais comum a compra e o uso de celulares, que, além de conectarem as pessoas, se tornaram minicomputadores, câmeras digitais e gravadores — detalhes que fizeram o uso de smartphones uma necessidade no dia a dia.
No entanto, este aumento considerável no número de telefones também se tornou um atrativo para as autoridades. Agora, é mais fácil conseguir os registros de ações de suspeitos — basta acessar os dados registrados pelas companhias telefônicas. E isso está se tornando um recurso bastante frequente.
A prova está no documento liberado este ano nos Estados Unidos. O relatório apresenta os altos números e os tipos de solicitações feitas por autoridades às operadoras de telefonia móvel — pedidos estes que eram justificados como recursos para “aplicação da lei”.
Celular 007: o verdadeiro agente secreto
Só no ano passado, agências policiais federais e estaduais americanas fizeram mais de 1,3 milhão de pedidos às operadoras visando obter os dados dos clientes. O documento ainda mostrou que, desde 2007, houve um aumento anual de 15 por cento deste tipo de solicitação.
Como era de se esperar, o FBI também é adepto da espionagem telefônica. Entre os dados liberados, foi apontado que mesmo a agência de investigação mais conhecida do mundo faz solicitações indevidas. Tanto que pedidos de vigia do FBI já foram negados e as companhias telefônicas chegaram a declarar que existem abusos no rastreamento telefônico por parte das autoridades.
Todo este quadro de irregularidades e invasões de privacidade apresenta outro grande dilema: quem vigia quem quanto à forma que as próprias autoridades utilizam os dados das operadoras? Estaremos tão expostos assim? Quem poderia nos salvar?
Constituição brasileira x espionagem
E não é somente na terra do Tio Sam que este tipo de dilema vem assombrando a privacidade telefônica dos cidadãos — os brasileiros também possuem bons motivos para estarem de olho neste assunto. Nas terras tupiniquins, novos exemplos de abuso quanto ao uso de escuta por parte das autoridades também são constantemente registrados. Em 2009, por exemplo, muitas dessas denúncias foram investigadas por uma CPI.
No nosso país, a Constituição já garante o sigilo das comunicações telefônicas dos brasileiros, mas, em casos que envolvam investigação criminal ou instrução processual penal, a quebra de tal privacidade pode ser determinada por um juiz. O problema é que, mesmo com uma lei (Lei 9.296/96) que regulamenta todo o funcionamento da quebra de sigilo, ainda há muitos questionamentos quanto a real eficácia da atual legislação.
Um bom exemplo disso está nos dados divulgados pela Comissão Parlamentar de Inquérito das Escutas Telefônicas Clandestinas. Apenas em 2007, por exemplo, 409 mil autorizações judiciais de captação e gravação de conversas telefônicas foram concedidas.
E é por esse motivo que a regulamentação brasileira quanto à “espionagem telefônica” é alvo de 23 projetos de deputados e de um projeto do Senado, que visam a reforma do Código de Processo Penal — agora, se todos eles sairão efetivamente do papel, já é outra história.
Monitorando todos os seus passos
Seu celular pode lhe oferecer muitos momentos de felicidade — lhe salvando de uma fila de espera com um jogo divertido, registrando as imagens de um passeio inesquecível e conectando você ao maravilhoso mundo da internet para ler o Tecmundo em qualquer lugar que estiver.
Mas saiba que tudo isso pode ter um preço não muito agradável: a sua privacidade. E não estamos falando apenas das informações registradas pelas companhias telefônicas, mas sim da espionagem feita pelo seu próprio telefone móvel — que pode estar registrando todos os seus passos sem você nem ao menos imaginar.
O Carrier IQ exemplifica bem isso. Ano passado, tal aplicativo causou furor entre diversas pessoas, pois foi comprovado que ele estava embutido em alguns aparelhos celulares verificando tudo o que o dono do dispositivo estava fazendo — mesmo este estando offline.
Trevor Eckhart foi o responsável por descobrir este “espião” que registrava cada tecla pressionada, além de compartilhar várias informações para fora do aparelho — muitos desses dados não possuíam nem a permissão de serem divulgados, como a localização da pessoa, por exemplo.
Tanto celulares com Android quanto com iOS entraram nessa “brincadeira”, e muitas companhias (Nokia, Apple, Samsung etc.) tiveram que se explicar e solucionar o problema. A questão, no entanto, é que tal “ameaça” pode ter sido contornada, mas nada impede que novos aplicativos espiões estejam infectando os dispositivos neste momento.
Moral da história: tudo isso acaba por nos mostrar o quão suscetíveis estamos (e o alto preço que pagamos) ao aderirmos à conectividade excessiva e ao mundo não tão transparente —para a maioria das pessoas, pelo menos — das tecnologias. Você estaria disposto a pagar por este preço?
Fonte:http://tecmundo.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)